Israel tenta minorar o número de mortos civis palestinianos apesar das evidências. O interesse em saber o número de mortos numa guerra não é uma tendência mórbida que as pessoas possam revelar, mas é antes tentar perceber para que lado a balança se inclina, ou seja quem tem a superioridade militar. E, normalmente, quem tem a superioridade militar é o agressor.
Atingido o Ministério do Interior do Hamas
Ataques israelitas fizeram mais de 300 mortos na Faixa de Gaza
29.12.2008 - 09h20 PÚBLICO, Agências
A ofensiva aérea israelita na Faixa de Gaza terá feito mais de 300 mortos desde o seu início no sábado, de acordo com o chefe dos serviços de urgência do território, que fala em 1420 feridos. Entre os mortos, 51 serão civis, de acordo com a estimativa de uma agência da ONU. Ao mesmo tempo, parece iminente uma invasão terrestre israelita deste pequeno território palestiniano.“É provável que [este numero] seja conservador e vai certamente subir”, disse hoje o porta-voz da UNRWA, Christopher Gunness, também à Reuters. Adiantou que esta estimativa se baseava em vistas de funcionários da agência a hospitais e centros médicos na Faixa de Gaza –controlada há ano e meio pelo movimento radical Hamas. A aviação israelita lançou dezenas de ataques aéreos durante a noite, matando sete palestinianos, entre os quais seis crianças, segundo fontes hospitalares citadas pela AFP. O Ministério do Interior de Gaza (controlado pelo Hamas) também foi bombardeado, no que foi o primeiro ataque aéreo que alvejou um edifício governamental nesta ofensiva israelita, segundo fonte palestiniana.
Já hoje, um civil israelita foi morto, e oito ficaram feridos, devido a um morteiro palestiniano que atingiu a cidade de Ashkelon, no Sul de Israel, segundo anunciaram os seus serviços de segurança. O disparo foi reivindicado pelo Hamas, que disse ter lançado “três morteiros de tipo Grad” sobre a cidade, e o presidente da Câmara local confirmou a morte à AFP. (...)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
sábado, 18 de outubro de 2008
«07. As nossas perdas serão ínfimas»
«Com raras excepções, geralmente os seres humanos preferem aderir a causas vitoriosas.
Em caso de guerra, a adesão da opinião pública depende, por conseguinte, dos resultados aparentes do conflito.
Se estes resultados não forem bons, a propaganda deverá esconder as nossas perdas e exagerar as do inimigo.»
Em caso de guerra, a adesão da opinião pública depende, por conseguinte, dos resultados aparentes do conflito.
Se estes resultados não forem bons, a propaganda deverá esconder as nossas perdas e exagerar as do inimigo.»
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